ma..ma…mas, como assim???

ma..ma…mas, como assim???

Até então, achávamos que ele estava comportadamente sentado na cadeirinha assistindo “A Casa do Mickey”, mas depois de um tempo, discretamente, a Gabriela deu uma olhada no quarto, como sempre faz quando ele está lá sozinho e imediatamente me chamou (com cara de assustada e de surpresa). Ele estava tão concentrado que não nos percebeu olhando. Calmamente, pra que ele não assustasse, o tiramos de lá explicando do perigo de cair e machucar, mas tenho minhas dúvidas se ele entendeu o recado. Agora é ficar de olho, ele vai criar os próprios desafios e tentar superá-los.

Be Happy :)

Múúúúúúu (leia-se: CowParade SC)

Múúúúúúu (leia-se: CowParade SC)

O maior evento de arte outdoor do mundo.

Assim é considerada a CowParade, essa simpática exposição de vaquinhas que espalham por locais públicos o DNA artístico de seus  criadores. A primeira edição aconteceu no ano de 1998 na cidade de Zurique, Suíça tendo como maior objetivo, democratizar a cultura, torná-la acessível à todas as pessoas. Já esteve presente em Nova Iorque, Londres, Paris, Chicago, Milão, Dublin, Tóquio, Cidade do México, Estocolmo, Buenos Aires e São Paulo. Foi apreciada por mais de 150 milhões de pessoas pelo mundo.

Agora chegou a nossa vez, Santa Catarina entrou no roteiro do evento. Aqui em Floripa, a gente visitou algumas dessas vaquinhas e continuamos na busca das que ainda faltam mas, prometemos registrar esses momentos aqui no blog . Eu a Gabriela e principalmente o filhote nos divertimos muito. É bom proporcionar à ele desde cedo essa proximidade com manifestações artísticas. Um evento como o CowParade, da maneira como está inserido no cotidiano por onde passa, ajuda muito na construção do gosto artístico e cultural de pequenos cidadãos como o Cauê, além de, merecidamente, divulgar o trabalho de artistas locais.

Nossa Floripa por sua vez, é muito rica culturalmente. Não temos vaquinha, mas temos Boi (de Mamão), história pra ooooutro post, vamos aos registros. Acreditem, elas são muito mais bonitas de se ver ao vivo, de perto.

Artista: Luciano Martins / Local: Beiramar Shopping

Artista: Luciano Martins / Local: Beiramar Shopping

Artista: Augustin de Lassus / Local: Beira-Mar Norte

Artista: Augustin de Lassus / Local: Beira-Mar Norte

Artista: Renée Melo / Local: Beira-Mar Norte

Artista: Marcos Hass Horn / Local: Beira-Mar Norte

Artista: Luciano Martins / Local: Rua Felipe Schmidt esquina com a rua Deodoro

Artista: Luciano Martins / Local: Rua Felipe Schmidt esquina com a rua Deodoro

Artista: D/Araújo e Paulo Govêa / Local: Beiramar Shopping

Artista: D/Araújo e PAulo Govêa / Local: Beiramar Shopping

Artista: Hugo Rubilar / Local: Beiramar Shopping

Artista: Hugo Rubilar / Local: Beiramar Shopping

Artista: Lena Costa / Local: Beiramar Shopping

Artista: Lena Costa / Local: Beiramar Shopping

Artista: Lena Costa / Local: Beiramar Shopping

Artista: Beck / Local: Beiramar Shopping

Artista: Beck / Local: Beiramar Shopping

Artista: Beck / Local: Beiramar Shopping

Be happy ;)

Adeus 2011, feliz Ano Novo.

Adeus 2011, feliz Ano Novo.

Com a palavra, papai:

Em 2011 relembrei de muitas alegrias, aprendi novas lições e revivi algumas marcas que o tempo gravou em mim, em 2012 pretendo continuar a relembrar, reaprender e reviver outras tantas. A razão de tudo isso? Você, meu filho.

Que em 2012 não nos falte saúde e energia, porque fé e disposição nós temos.

Here comes the sun

Here comes the sun

Enfim, chegou o verão.

Pra curtir a estação com seu filho sem “esquentar a cabeça”, ficam as dicas preciosas do site baby center (acesse e confira).

 

 

Natal 2011 / momentos #2

Natal 2011 / momentos #2

Cauê escolheu o presente de Natal. Só ficou na dúvida em relação a cor: branco ou vermelho? Depois, foi comunicar ao Papai Noel (tenho ideia do que o bom velhinho disse à ele: estude e trabalhe muuito meu “quiridu”).

De quebra teve direito a momento cultural: Cow Parade (em breve um post a parte).

Ele se diverte. Mãe e pai, babam :)

Natal 2011 / momentos #1

Natal 2011 / momentos #1

Sem entrar no mérito da questão nem aprofundar no assunto do consumismo de final de ano, não dá pra negar, é legal partilhar com o filhote toda a magia, a fantasia e essa coisa lúdica que o Natal proporciona.

Ano passado (dez/2010) ele foi oficialmente apresentado ao Papai Noel, estava com apenas 2 meses de idade. Não sabia exatamente o que estava fazendo no planeta, que dirá o que ou quem era aquele cidadão de barba branca e comprida que, em pleno verão vestia luvas, botas, gorro, roupa vermelha e sorria engraçado. Foi na casa de amigos (veja aqui).

Este ano resolvemos promover novo encontro entre o pequeno Cauê e o sr.”Ho,Ho,Ho”. Dá uma olhada no resultado dessa primeira tentativa desse encontro:

Tudo bem, ele achou que o principal da festa era mesmo o helicoptero, depois, curtiu a decoração.

 Tudibom ;)

Anjo da Guarda de plantão (de novo)

Anjo da Guarda de plantão (de novo)

Caso 1

Semana passada marcamos consulta com a pediatra para avaliação de rotina do pequeno Cauê. Mas o que era para ser apenas rotina, ao longo do final de semana se transformou em apreensão.

Sexta-feira (02/12)

Teve febre baixa e dificuldade para dormir. Atribuimos a culpa aos dentes que estão nascendo. Depois um banho morno, a febre se manteve baixa por um tempo e passou, ficamos mais tranquilos. (entre 37ºC e 37,5ºC os especialistas chamam de “febrícula”, um estado sub-febril).

Sábado durante o dia (03/12)

Ele brincou normalmente, comeu, dormiu e não percemos nada de anormal com a saúde do pequeno, mas…

Sábado à noite (03/12)

A febre voltou. Agora um pouco mais alta (entre 37,5ºC e 38,5ºC – a partir dos 38,1ºC já se considera febre alta). Conforme orientação médica, ministramos 12 gotas de Paracetamol® enquanto passávamos uma fraldinha úmida na testa. A febre recuou e ele dormiu.

Por volta das três da madruga, acordamos com ele chorando muito, incomodado de um jeito que ainda não havíamos visto, a febre estava baixa, mas estava lá. Ele ainda não sabe dizer o que sente, então se contorsia um pouco, chorava um pouco, dormia e acordava no colo da Gabriela.  Enquanto ela tentava confortar o bebê, eu ficava “zumbizando” pelo quarto querendo ajudar, mas nem meu colo ele queria. Então, foi se acalmando e dormiu novamente. A Gabriela comentou sobre umas manchinhas na boca dele. Deixamos passar. Mais tarde, próximo de amanhecer, o Cauê mamou e ficou na nossa cama. Já estava mais animado, acordou falante, sorridente e querendo folia. Ufah, ficamos mais felizes e tranquilos.

Domingo (04/12)

A vovó Lili percebeu manchinhas pelo corpo do Cauê e diagnosticou: pode ser Catapora!!! Será??? Pode ser. Eu disse: pode ser virose!!! Será??? Ele estava todo pintado, embora não apresentasse nenhum outro sintoma, nem a febre deu o “ar da graça”. E agora? Como ele estava aparentemente bem, resolvemos esperar pela consulta.

Segunda-feira (05/12)

Já na clínica, relatamos tudo detalhadamente à pediatra, o que eu esquecia a Gabi completava e vice-e-versa. Até então, estávamos apreenssivos, com receio do diagnóstico (sei lá, a gente fica se convencendo de que não é nada e ao mesmo tempo fica pensando que pode ser alguma coisa, deu pra entender?). Enquanto a pediatra encantava o Cauê com brinquedos, examinava a boca, os dentes que estão nascendo, a garganta, o ouvido, a respiração, os batimentos cardíacos. UFAHHHHH, tudo em ordem. “Ele é um bebê saudável”, disse ela. Relaxamos. Depois, mediu (81cm de altura), pesou (13,66kg – ôps 1kg acima do ideal). Sobrou pra nós dois, entre puxões orelha e recomendações a pediatra sentenciou: O que ele teve foi uma VIROSE!!! (ok, a gente já havia levantado esta hipótese, mas vindo de um profissional transmite mais segurança)

Conclusão: o Cauê ficou sem a bolachinha Maria molhada no leite de vaca que tanto gosta e vai comer menos massa nas refeições (este É um dos motivos do peso acima do ideal). E olha que não somos do tipo de pais que oferece refrigerante, doce e fritura pro filho, pelo contrário, somos até chatos quando alguém da família argumenta: “mas é só um pedacinho, não faz mal”. Vamos ficar de olho no cardápio assim mesmo. Ao invés de bolacha Maria com leite, salada de frutas com suco.

Não foi necessário nenhuma medicação, uma vez que a virose, segundo a pediatra, além dos três dias de febre moderada e possíveis manchas pelo corpo, tendem a desaparecer em uma semana. De fato, não teve mais febre, dorme bem e as manchas sumiram.

Caso 2

Se há uma coisa que o Cauê adora fazer é tomar banho. Ele se diverte. Agora basta falar que já pega em nossa mão e vai em direção ao banheiro enquanto tenta baixar a fralda. Mas, depois que aprendeu a andar os limites já não são os mesmos, imaginem os limites físicos de um box de banheiro.

No último sábado, tomou banho com a Gabi, como sempre, fuliou na banheira, bateu as mãos na água, jogou brinquedos pra cima, se divertiu. Na hora e sair do banho, um segundo de distração e tentou sair sozinho da banheira.

Não podia dar certo, e não deu. A banheira virou e ele bateu com a boca no trilho do box. Da sala, quando ouvi a banheira virar, já corri. Ele já estava no colo da mãe, chorava muito, saía sangue da boca e ainda não sabíamos a gravidade (nem se realmente era grave). Enquanto ela colocava uma ponta da toalha para estancar o sangue tentando ver por dentro da boca eu pegava ele no colo pra acalmar.

Quando conseguimos ver o corte na boca, quis correr para o hospital, mas a Gabi pediu para segurar ele novamente, com calma estancava o sangue enquanto eu distraía ele com um brinquedo qualquer.

Conseguimos ver o corte, os dois dentes da frente haviam cortado por dentro o lábio inferior, mas não havia nenhum dente mole, o corte no lábio (e o arranhão no queixo) que havia por fora, foi causado pelo  trilho do box, mas não era caso de levá-lo ao pronto socorro, nem chamar o SAMU pra me socorrer. Por sorte o tapete do banheiro amorteceu o impacto porque parte da boca bateu sobre ele, outro fato que foi importante é que quando caiu, ele estava de joelhos na banheira e não de pé, a distância até o chão foi bem menor.

Depois de alguns suspiros ele se acalmou, não demorou muito para voltar a sorrir e brincar normalmente. Ele é valente, muito valente.

Obrigado Anjo da Guarda, prometemos redobrar a atenção e continuar sendo pais atentos e cuidadosos com o pequeno Cauê, mas pra garantir, naquela fração de segundos que não estamos olhando, fica por perto, combinado?!

P.S. A intenção do Blog não é traduzir nossas experiências de maneira sentimentalóide, a ideia é partilhar estas experiências torcendo sempre que elas ajudem outros pais a anteciparem situações semelhantes ;)

Salão do Automóvel de supermercado.

Salão do Automóvel de supermercado.

Fascinado!!!!

Já em Frankfurt…

Foi-se o tempo em que as “máquinas” expostas no Salão de Frankfurt só deixam os marmanjos babando, hoje os pequenos já têm um bom motivo para acompanhar seu pais ao evento: “mini-máquinas” feitas sob medida para encantar desde cedo os futuros motoristas. BMW, Audi, Hyundai e Porsche mostram seus modelos-mirins no Salão.

Primeiras palavras

Primeiras palavras

A  gente já ficou super feliz quando o filhote, por instinto, começou a pronunciar algumas “palavras” do tipo: papá, mamá e tals… Imagine agora, que ele passou a fazer isso tendo consciência do que está dizendo. Gol, carro, cachorro, lua, alôu, não, comida, água, mamãe, papai. O detalhe é que nos encantamos tanto com este pequeno repertório, que não nos damos conta de que a compreeensão dele a respeito das coisas que o cercam, é muito maior do que ele é capaz de expressar em palavras. Os especialistas chamam de “inteligência cognitiva”, mas não vamos fazer tema de estudo científico sobre no assunto. Observamos o pequeno, que está agora com 13 meses e ficamos admirados (orgulhosos também): como pode um carinha tão pequeno, tão “recém chegado” ao planeta ser tão capaz de compreender o cotidiano que o cerca? Nada que outros bebês também não sejam capazes de fazer ou já não o façam, mas quando é o nosso, sabe como é…há uma tendência em supervalorizar os feitos.

Coisas do tipo:

- Filho, coloca a chave na porta (ele pega qualquer chave e vai até a porta pra tentar colocar na fechadura).

- Cauê, olha (pega, junta fecha, abre, dá…) para a mamãe.

- Filho, leva para o papai (as vezes sai de um cômodo da casa até outro para entregar o que estiver na mão, outras vezes finge que vai entregar, estica a mão e quando vamos pegar ele tira rápido dizendo “não, não, não”).

- Cadê o au-au? (a lua, o carro, o avião, o piu-piu, o pé, o nariz, o pirú, a mamãe, o papai, a vovó, o vovô, a Kuky prima, o Dante primo, o Mengo, o gol…ufahhh). De imediato ele olha em direção ao objeto ou pessoa e aponta. No caso do “gol” ele olha para a tv e levanta os braços. No caso do “Mengo” pega a camisa (digo, o Manto) e sacode enquanto grita eufórico.

- Filho, tá xixi? (ele aperta a fralda na parte da frente)

E por aí vai…

O dono da festa

O dono da festa

Obrigado aos que tornaram possível uma festa tão linda.

Fotos: Rê Oliveira – www.flickr.com/prosacompoesia